Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Vasco Santana

Vasco António Rodrigues Santana foi um importante actor português.

Nasceu, em Lisboa no dia 28 de Janeiro de 1898 e morreu, também em Lisboa, no dia 13 de Junho de 1958.

Adorado pelo povo português, Vasco Santana será, para todo o sempre, um marco incontornável da arte da representação. Actor genial, marcou para sempre a comédia portuguesa. De enorme sensibilidade transformou-se num mito do cinema nacional. É impossível esquecer as suas célebres frases, marcas do cinema português e das nossas vidas.

Vasco Santana trabalhou em rádio, teatro e cinema. Existem centenas de imagens e sons para exibir a obra deste magnífico actor e ao mesmo tempo exibir o melhor da representação em Portugal.

Entrou num curso de arquitectura e apaixonou-se pela pintura, mas cedo abandonou-o pois foi com a arte de representar que conseguiu alcançar a fama.

Aos 19 anos, depois de repetidamente ver a peça O Beijo, de Arnaldo Leite e Carvalho Barbosa, no Teatro Avenida, Vasco Santana é convidado a substituir o actor Artur Rodrigues e, assim, faz, no ano de 1917, a sua primeira estreia teatral pública, com o papel de Palavreado. Devido ao seu inesgotável talento, a representação não podia ser outra coisa senão um êxito. Daí em diante nunca mais parou. Com as suas habituais manobras de genialidade no palco, levava ao delírio centenas de admiradores.

 

 

Quando abandonou o curso de arquitectura, dedicou-se inteiramente á representação, nunca parando de o fazer, sendo constantemente convidado para participações em filmes que ficaram para a história do cinema português, tais como A Canção de Lisboa, de 1933, em que contracena com Beatriz Costa e António Silva; O Pai Tirano, em 1941, em que faz dupla com Ribeirinho; e O Pátio das Cantigas, em 1942, em que concebe alguns dos seus mais bem sucedidos trabalhos no cinema, como o monólogo com o candeeiro ou os diálogos com António Silva carregados e repletos de trocadilhos - ”Ó Evaristo, tens cá disto?”...

Mas Vasco Santana não fez só comédias, entrou também em algumas peças dramáticas, como “Três Rapazes e Uma Rapariga”. Tinha talento nato, mas também dominava as técnicas de representação e sabia como ninguém improvisar. O multifacetado actor, que também conheceu o sucesso na rádio.

Aqui lhe deixamos os nossos parabéns pelo grande contributo que ele deu ao cinema e ao teatro português.

                                                                     cinema5

                                              (texto alterado de: www.wikipedia.org )

publicado por cinema5 às 15:49
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1 comentário:
De familiaboicinhas a 12 de Novembro de 2007 às 21:32
Daqui living the music
é um tema muito interessante, e é bom que tratem de assuntos e falem de artistas portugueses.Continuem
living the music


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